30.6.11

INCONSTITUCIONALIDADE E OBJECÇÃO DE CONSCIÊNCIA FISCAL


Garantias constitucionais e de objecção de consciência fiscal podem limitar efeitos de medidas extraordinárias

PASSAR DAS PALAVRAS AOS ACTOS


Candidatos a líder do PS atacam imposto extraordinário
Sombras en el país de las Luces

Es una dinámica que sacude, bajo formas diversas, la Europa neoliberal; la misma que ha conducido a una encrucijada extremamente peligrosa, en particular desde la nueva y gran crisis financiera en curso. Sus resultados políticos son consecuentes. Basta recordar que de los 28 países que integran la UE, una gran mayoría está actualmente gobernada por la derecha y sus alianzas espúreas con la extrema derecha.


Greek protest in Syntagma Square: in between post-politics and Real Democracy

Passos Coelho saca el hacha de los recortes en Portugal


Esclavos en Europa

Los partidarios de una inmigración masiva siempre han sido las patronales. Y siempre por el mismo motivo: abaratar los sueldos. Los informes de la Comisión Europea y de Business Europe (la patronal europea), desde hace decenios, reclaman siempre más inmigración. Los patronos saben que cuanto mayor sea la oferta de mano de obra, más bajos serán los salarios.

Por eso ya no sólo los negreros modernos explotan a los trabajadores esclavos; ahora se está desarrollando una suerte de “trata legal”. Véase, por ejemplo, lo que sucedió en febrero pasado en Italia, en el sector de la industria del automóvil. El grupo Fiat colocó al personal de sus fábricas ante un chantaje: o los obreros italianos aceptaban trabajar más, en peores condiciones y con salarios reducidos, o las fábricas se deslocalizaban a Europa del Este. Enfrentados a la perspectiva del paro y aterrorizados por las condiciones existentes en Europa del Este donde los obreros están dispuestos a trabajar sábados y domingos por salarios miserables, el 63% de los asalariados de Fiat votaron a favor de su propia sobreexplotación...

En Europa, muchos patronos sueñan, en el marco de la crisis y de las brutales políticas de ajuste, con establecer esa misma “trata legal”, una especie de esclavitud moderna. Gracias a las facilidades que ofrece la globalización neoliberal, amenazan a sus asalariados con ponerlos en competencia salvaje con la mano de obra barata de países lejanos.

Si se quiere evitar esa nociva regresión social, hay que empezar por cuestionar el funcionamiento actual de la globalización. Es hora de comenzar a desglobalizar.

TYING THE FIADOR


Solução Saturada


accettare i tagli
per l'eurozona?

Mapa claro para un futuro incierto

CABRA-CEGA


Imprevisibilidade,incerteza e risco


28.6.11

Small Faces - All Or Nothing

ONDE COMEÇA O PÚBLICO E ACABA O PRIVADO?


O Executivo PSD-CDS vai estudar “possíveis medidas conducentes à reorganização da rede pública de instituições de Ensino Superior, com eventual especialização das instituições em termos de oferta de cursos e de investigação”. Governo quer reorganizar instituições do ensino superior

APOIO POLÍTICO E SOCIAL OU POLÍTICA DO FACTO CONSUMADO?



Por outro lado, o Governo não pode deixar de salientar a circunstância de cerca de 85 por cento dos deputados eleitos para a Assembleia da República por uma amplíssima maioria dos Portugueses representarem partidos que subscreveram o Memorando de Entendimento estabelecido com a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional. Este facto garante o indispensável apoio político e social ao cumprimento escrupuloso de todas as suas metas, calendários e objectivos.
Programa do XIX Governo Constitucional

PRIMEIRA ENCOMENDA PARA A SECRETARIA DE ESTADO DO EMPREENDEDORISMO


Empreender TV


WILL CODE

Governo de Passos Coelho já está completo


Duros enfrentamientos en Atenas entre manifestantes y policía


Grupos de encapuchados lanzan adoquines en los alrededores de la plaza Syntagma de Atenas, cerca del Parlamento

La banca europea amplía el plazo para que Grecia devuelva créditos

Gramsci e le rivolte arabe

GERRYMANDERING.A VERDADEIRA FRAUDE ELEITORAL?


Assis defende reforma da Lei eleitoral

27.6.11

ZONA PRESSING ALTA.PSD E CDS ENSAIAM COM INDEPENDENTES

Governo tem 35 secretários de Estado, quase metade independentes

Greece is standing up to EU neocolonialism

The usurious conditions of the Greek bailout reveals Brussels’ colonial mindset – but Athens is showing citizens can resist

Parliament and the people … Protesters in Athens’ Syntagma Square, June 2011. Photograph: News Pictures/Rex Features

After months of attacks on the supposedly feckless Greeks, the western media, intellectuals such Amartya Sen and Jürgen Habermas and theUnited Nations have finally woken up to the fact that the catastrophic austerity imposed on Greece is unsustainable. It was about time. This is an unprecedented and morally odious type of collective punishment imposed on a majority of Greeks, who did not see a penny from the profligacy of their rulers and who live close to the poverty line.

The partial acknowledgment of the injustice and unworkability of the austerity measures came only after popular resistance and the peaceful revolt of the indignant scored its first major victory for the anti-austerity and pro-democracy campaign. Syntagma has placed a clear sell-by date on George Papandreou and the elites that ruled Greece for 37 years. The vote of confidence for the reshuffled government bought a limited amount of time, deferring its inevitable collapse. Offering to resign on Wednesday morning and, when his offer was turned down, offering the de facto leadership of the party and government to Evangelos Venizelos, his bitter party enemy, in the evening, Papandreou is a “dead man walking”. While most commentators believe the virtually bankrupt country must default and negotiate a substantial reduction of debt, the government keeps insisting that it will repay every last penny.

Syntagma has become Tahrir Square in slow motion. It is a peaceful, democratic revolt that was easier to start because the fear of brutal repression is smaller, but will be harder to complete as it faces the enormous might of the European Union and global finance capital. Now that the indignant have changed the rules of the political game, it is perhaps time to revisit some basic facts that have been seriously misrepresented. Read the rest of this entry »

O PESO DA ECONOMIA NO ESTADO


Onde dantes havia um economista e um engenheiro temos agora dois economistas


El Movimiento del 15 M, después del 19 de junio

26.6.11

OPERAÇÃO CAOS ENTREGUE À TROIKA

Operação caos entregue à troika :até onde e quando?

As ruas sacodem os ombros do mundo


O epicentro da crise financeira encontra-se hoje na Europa. Não por acaso, a fragilidade da esquerda para se opor à desordem criada pelas finanças desreguladas ganha nitidez desconcertante no velho continente.Sobretudo nas economias periféricas da UE, atropeladas por uma colisão de endividamento e retração de liquidez, dirigentes e parlamentos comandados por socialistas tem voltado as costas ostensivamente ao clamor das ruas. Na contramão de um neoliberalismo em frangalhos, os socialistas tem se mostrado os melhores executivos na aplicação de programas de ajuste requeridos pelos bancos e chancelados pela Comissão Européia.O desmonte do setor público que a social-democracia européia notabilizou-se por erigir no pós-guerra assume proporções devastadoras. Privatizações e demissões em massa do funcionalismo; cortes em serviços essenciais; devastação da seguridade social; congelamento e arrocho de salários lembram a rapinagem sofrida pela América Latina na crise da dívida externa nos anos 80. O primeiro passo para virar essa página da história é compreender que o clamor ecoado das ruas da Europa dirige-se também à esquerda do resto do mundo, inclusive no Brasil. Com o propósito de contribuir para essa escuta forte, Carta Maior selecionou um conjunto de textos que refletem a urgência de uma reconstrução programática da agenda socialista.



Crise: déficit maior é de democracia, não de ajuste especial
A dimensão sistêmica da crise não é um atributo apenas da esfera econômica, mas argui a capacidade da esquerda de intervir para mudar o rumo da engrenagem em pane, em vez de se comportar apenas como um dente constitutivo da sua mecânica. O capitalismo não se auto-destrói. Assim como não existe autorregulação dos mercados não há auto-imolação do capital. Se as respostas não vierem da esquerda, a direita fará o serviço, como tem feito na periferia européia com mão-de-obra social-democrata.
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QUE VIVA LORCA!

Lorca

Crisis, elecciones e izquierda en Portugal

GOVERNAR À ESQUERDA


QUE REFUNDAR?

"Teses para uma política a sério"


22.6.11

La rivoluzione in Europa: non pagaredi Giorgio CremaschiPerché i lavoratori, i cittadini, il popolo greco dovrebbero impiccarsi alla corda degli strozzini di tutta Europa? Perché la Grecia dovrebbe rinunciare a stato sociale, diritti, regole, sicurezza; vendere all’incanto i propri beni comuni, a partire proprio dall’acqua, per far quadrare i conti delle grandi banche europee e americane? Questa è la domanda di fondo che si pone oggi in quel paese e, a breve, in tutta Europa.

micromega - micromega-online » MicroMega 4/2011 -

Paolo Flores d’Arcais Il programma dell’‘antipolitica’ per liberare l’Italia
Le ultime vicende elettorali hanno lanciato il chiaro segnale che il lungo ciclo politico dominato da Silvio Berlusconi si sta chiudendo. Sconfitto Berlusconi, sarà però necessario archiviare anche il berlusconismo. Per questo c’è bisogno di mettere in campo una coalizione che sappia davvero rappresentare un’alternativa reale alla stagione del malaffare, del declino economico, della precarietà dilagante e del monopolio informativo: come costruirla? Attorno a quale programma? Con quali uomini e forze organizzate?




MÉTODO HARVARD


Uma combinação plausível de observação directa do caso e registos de histórias de vida e familiar